Prelúdio
As ondas batiam nos meus pés, num movimento, inconstante incorporado pelo vento, soprando levemente. Eu ainda estava lá. O tempo passou sem ser notado, eu não queria mais ir para casa. Lá era a minha casa agora.
Deixei tudo para trás, sem pensar nas consequências. Fiz escolhas que agora não tinham mais volta. Ter os olhos numa praia era tudo que eu precisava.
Tendo vislumbrar meu futuro como quando olho para as ondas. Espero que não seja tão salgado quanto as águas, e que a tempestade renove meu espírito. Eu não sou uma gaivota, que voa sobre as águas até encontrar o peixe, e volta para o ar, num espírito de liberdade. Eu sou o peixe, que nada para o fundo, fugindo do pássaro que o caça, se escondendo na escuridão do mar revolto.
Mas, meus pensamentos rebuscados apenas buscam a resposta que eu ainda não encontrei. Na minha memória, apenas uma palavra navega. Ela tem muitos nomes, e muitos significados. Talvez eu queria todos para mim. Mas devo começar com um.
Escolho primeiro a Liberdade.
Deixei tudo para trás, sem pensar nas consequências. Fiz escolhas que agora não tinham mais volta. Ter os olhos numa praia era tudo que eu precisava.
Tendo vislumbrar meu futuro como quando olho para as ondas. Espero que não seja tão salgado quanto as águas, e que a tempestade renove meu espírito. Eu não sou uma gaivota, que voa sobre as águas até encontrar o peixe, e volta para o ar, num espírito de liberdade. Eu sou o peixe, que nada para o fundo, fugindo do pássaro que o caça, se escondendo na escuridão do mar revolto.
Mas, meus pensamentos rebuscados apenas buscam a resposta que eu ainda não encontrei. Na minha memória, apenas uma palavra navega. Ela tem muitos nomes, e muitos significados. Talvez eu queria todos para mim. Mas devo começar com um.
Escolho primeiro a Liberdade.

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