Promessas
"Escritos na beira da Lagoa" especial de Natal.
Não sabia se começava um conto ou uma crônica. Se inventava uma ficção sobre o que eu sinto ou um relato das ficções que eu vivo. Um texto sobre aquilo que se passa na minha mente, e que me ajudasse a sisualizar o que se passa no meu coração.
Mas eu me lembrei que hoje é um dia de se lembrar do que foi feito durante um ano inteiro, ponderar as escolhas acrtadas ou erradas. A promessas para o que deve se feito é em outra data.
Para mim, foi um ano complicado. De se pensar mais nos erros, pois não tive muitos acertos. Mas foi um ano de descobrimento, onde eu pude olhar para dentro da minha alma, e enxergar quem eu sou , e o quanto eu mudei.
Mesmo sendo um ano complicado, cheio de erros, há acertos a serem lembrados. Um deles foi me permitir lembrar que eu tenho algo a ser dito. E deixar os outros ouvirem. Nesta inspiração, eu criei um lugar num mundo irreal, onde as pessoas, principalmente as importantes, pudessem entrar e olhar os olhos do mundo como eu os vejo.
E descobri que isso era bom. Como retorno e incentivo, ouvi elas falarem que aquilo que eu fazia era algo bom, que ao final de cada texto, que era único em minha mente, eram tomadas por uma sensação de leveza de espirito, e que passavam a ver como se sentiam bem.
Foi um ano para descobrir aque lugar eu pertenso. De se estar longe de casa, e mesmo assim se sentir acolhido. De se estar em qualquer lugar e poder chamar de lar, ou de achar que se estava em casa, num lar, mas se descobrir com o coração apertado, querendo fugir.
Foram 358 dias para separar o certo daquilo que se achava certo. Dias em que o sentimento de ser vitima da situação deu lugar ao ato de enxergar que o único culpado é aquele que machuca a sim mesmo.
Parar de culpar os outros para descobrir que ninguém é culpado. Perdoar os outros, e perdoar a si mesmo. De poder ouvir de alguém importante, a pessoa que te colocou no mundo, um "eu te amo sincero", e saber que é reciproco, porque parou de culpa-la pelos erros que não eram dela.
E, também foi um ano para formular novas promessas de ano novo, que, como em todos os outros, não foram cumpridas.
Não sabia se começava um conto ou uma crônica. Se inventava uma ficção sobre o que eu sinto ou um relato das ficções que eu vivo. Um texto sobre aquilo que se passa na minha mente, e que me ajudasse a sisualizar o que se passa no meu coração.
Mas eu me lembrei que hoje é um dia de se lembrar do que foi feito durante um ano inteiro, ponderar as escolhas acrtadas ou erradas. A promessas para o que deve se feito é em outra data.
Para mim, foi um ano complicado. De se pensar mais nos erros, pois não tive muitos acertos. Mas foi um ano de descobrimento, onde eu pude olhar para dentro da minha alma, e enxergar quem eu sou , e o quanto eu mudei.
Mesmo sendo um ano complicado, cheio de erros, há acertos a serem lembrados. Um deles foi me permitir lembrar que eu tenho algo a ser dito. E deixar os outros ouvirem. Nesta inspiração, eu criei um lugar num mundo irreal, onde as pessoas, principalmente as importantes, pudessem entrar e olhar os olhos do mundo como eu os vejo.
E descobri que isso era bom. Como retorno e incentivo, ouvi elas falarem que aquilo que eu fazia era algo bom, que ao final de cada texto, que era único em minha mente, eram tomadas por uma sensação de leveza de espirito, e que passavam a ver como se sentiam bem.
Foi um ano para descobrir aque lugar eu pertenso. De se estar longe de casa, e mesmo assim se sentir acolhido. De se estar em qualquer lugar e poder chamar de lar, ou de achar que se estava em casa, num lar, mas se descobrir com o coração apertado, querendo fugir.
Foram 358 dias para separar o certo daquilo que se achava certo. Dias em que o sentimento de ser vitima da situação deu lugar ao ato de enxergar que o único culpado é aquele que machuca a sim mesmo.
Parar de culpar os outros para descobrir que ninguém é culpado. Perdoar os outros, e perdoar a si mesmo. De poder ouvir de alguém importante, a pessoa que te colocou no mundo, um "eu te amo sincero", e saber que é reciproco, porque parou de culpa-la pelos erros que não eram dela.
E, também foi um ano para formular novas promessas de ano novo, que, como em todos os outros, não foram cumpridas.
