Gelo
Ele estava escorado no balcão. Bebia um copo de cerveja, e esperava o amigo voltar do banheiro. A música seguia um ritmo incerto, e as batidas se mantinham constantes. Tomou mais um gole, e olhou para os lados.
Ela estava de pé, conversando com algumas amigas. Ele só pode ver suas costas, estampando uma tatuagem grande de uma flor, e sua nuca nua, com os cabelos presos num rabo de cavalo. Seu perfil, quando ela virou, revelava um nariz perfeito, e lábios harmoniosos. Um sorriso de dentes brancos decorava seu rosto quando ela se virou em direção ao bar.
Não sabia se estava embriagado, se era a música, mas a sensação era de que ela caminhava em sua direção quase em câmera lenta. Parou quase ao seu lado, escorou-se, no balcão, e ficou esperando o garçom.
Então ele se deu por conta da própria existência. O gosto da cerveja na sua boca, o suor escorrendo na sua face. Mas, ao mesmo tempo, queria olhar para ela, e falar alguma coisa. Mas sua mente era um branco profundo e sem vida. Decidiu ir ao banheiro, se recompor, enquanto pensava em algo.
Seu amigo ainda estava lá, perdo do vaso sanitário, na dúvida de tentar colocar tudo que havia bebido naquela noite para fora.
Enquanto lavava o rosto, mil histórias se passaram pela sua cabeça. Coisas engraçadas, ou inteligentes, ou simples. Todas elas eram opções. Teria que escolher uma, para tentar quebrar o gelo.
Retornou para onde estava. Desviava do público aglomerado. De longe, enxergou os cabelos loiros, e a identificou no meio da multidão. Mas ainda não havia pensado em nada. Chegaria contando uma piada? Perguntaria seu nome? Diria o quanto ela era bela? Ou simplesmente diria um oi?
E continuou caminhando, até que chegou ao bar, e pediu outra cerveja.
Ela estava de pé, conversando com algumas amigas. Ele só pode ver suas costas, estampando uma tatuagem grande de uma flor, e sua nuca nua, com os cabelos presos num rabo de cavalo. Seu perfil, quando ela virou, revelava um nariz perfeito, e lábios harmoniosos. Um sorriso de dentes brancos decorava seu rosto quando ela se virou em direção ao bar.
Não sabia se estava embriagado, se era a música, mas a sensação era de que ela caminhava em sua direção quase em câmera lenta. Parou quase ao seu lado, escorou-se, no balcão, e ficou esperando o garçom.
Então ele se deu por conta da própria existência. O gosto da cerveja na sua boca, o suor escorrendo na sua face. Mas, ao mesmo tempo, queria olhar para ela, e falar alguma coisa. Mas sua mente era um branco profundo e sem vida. Decidiu ir ao banheiro, se recompor, enquanto pensava em algo.
Seu amigo ainda estava lá, perdo do vaso sanitário, na dúvida de tentar colocar tudo que havia bebido naquela noite para fora.
Enquanto lavava o rosto, mil histórias se passaram pela sua cabeça. Coisas engraçadas, ou inteligentes, ou simples. Todas elas eram opções. Teria que escolher uma, para tentar quebrar o gelo.
Retornou para onde estava. Desviava do público aglomerado. De longe, enxergou os cabelos loiros, e a identificou no meio da multidão. Mas ainda não havia pensado em nada. Chegaria contando uma piada? Perguntaria seu nome? Diria o quanto ela era bela? Ou simplesmente diria um oi?
E continuou caminhando, até que chegou ao bar, e pediu outra cerveja.

1 Comments:
oi mininuu!!
Olha soh, colokei tei flog nos meus links, mas o .net n cadastro. manda um e-mail com o teu endereço ou dexa lah no www.fotolog.net/pri_k
bjux
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